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O blog mudou de endereço! Mudou também o nome, mudou a aparência, novas ferramentas foram disponibilizadas, tudo para melhorar a navegação e facilitar o trabalho dos queridos colegas advogados.

No novo site é possível consultar Listas Telefônicas, Calendário Judicial, Diário da Justiça, Plantões Judiciais, tudo no mesmo menu e com rapidez e objetividade.

Diante da novidade, comentários, críticas, choros  e lamentações, favor fazer no novo endereço. Os que porventura ainda forem feitos aqui nesse endereço antigo serão apagados pelo administrador. Alguns detalhes ainda estão no acabamento, mas  o principal já está à disposição.

Encontro vocês por lá, no novo endereço abaixo.

 

www.diariodeumadvogado.adv.br

 

 

A Vila de Paricatuba está localizada na margem direita do Rio Negro, a 20km em linha reta de Manaus, Indo de carro, é necessário apenas atravessar a “Ponte do Bilhão”, seguir 10 quilometros e, na placa indicativa, virar à direita na direção da Vila. É muito rápido e de fácil acesso. A Vila, bom frisar, tem grande importância histórica por abrigar uma das maiores obras do Amazonas: o prédio Belizário Penna.

O prédio foi inaugurado pelo então Presidente da Republica Afonso Penna, e funcionou inicialmente como Escola Agrícola. Após isso, em 1916, funcionou como Casa de Detenção, quando os presos da Cadeia Pública Vidal Pessoa foram transferidos para Paricatuba, lá ficando por quase dez anos. A dificuldade no acesso por parte de familiares determinou o retorno para o prédio na 7 de Setembro. Finalmente, antes do abandono, veio a ser Hospital Colônia de Hansenianos, o chamado “leprosário”.

Desativado em 1968 e com a transferência dos enfermos para a Colônia Antônio Aleixo, periferia de Manaus, o prédio ficou abandonado e hoje está em ruínas. Sua arquitetura e história atraem visitantes do mundo todo e vê-lo desmoronar aos poucos é muito triste.

Abaixo imagens do local, que é de acesso fácil e rápido, de carro.

Entrada principal do prédio

Entrada principal do prédio

Ainda a frente do prédio

Ainda a frente do prédio

Corredor interno, ao lado do pátio central

Vista do pátio centro

Salão lateral que ainda resiste

Detalhe da única cela que ainda ostenta a grade de ferro

Detalhe de uma das atuais moradoras do local

Árvores crescem sobre os muros. Pelo tamanho das raízes é possivel calcular o tempo de abandono: décadas!

Detalhe das portas das celas

Incinerador usado na destruição de roupas do leprosário

O manuseio de explosivos, a facilidade de obtenção, a falta de controle na distribuição, a falta de segurança e de controle na armazenagem e no transporte, e enfim, a chegada desse tipo de material às ruas do país, e agora em Manaus, é motivo de muita preocupação e merecedor de reprimenda total e imediata.

Na condição de cidadão, de morador de Manaus,  entendo que os órgãos da Segurança Pública podem e devem dividir a estrutura de combate ao Tráfico no combate aos crimes de tal natureza, tudo para coibir o crescimento dessa atividade de altissima nocividade, de grande perigo.

Imagine voce, andando pelas ruas de Manaus sem saber que o local onde você está pode ser explodido com dinamite?

A noticia é do G1.

Cinco homens foram presos pela Polícia Civil do Amazonas, na madrugada deste domingo (8), após explodirem um caixa eletrônico do banco taú, localizado no cruzamento das Rua Doutor Machado com a Avenida Visconde de Porto Alegre, no bairro Praça 14, Zona Sul de Manaus, em frente ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

Segundo a Polícia Civil, dois suspeitos vieram de Porto Velho (RO) e os outros três são amazonenses. Eles tentavam fugir com cerca de R$ 50 mil, mas acabaram cercados por vários policiais civis. Os suspeitos estão presos na Delegacia Geral da Polícia Civil, no bairro Dom Pedro, zona Centro-Oeste, e só serão apresentado à imprensa nesta segunda-feira (8), após a conclusão dos procedimentos legais.

O impacto da explosão foi tão grande que destruiu cabos de energia elétrica e de telefonia, deixando dezenas de casas sem os dois serviços por várias horas.

A destruição total do caixa eletrônico ocorreu por volta de 3h30, feita com uso de dinamites, informou a Polícia Civil. Após destruir o local e colocar o dinheiro em mochilas, a quadrilha foi cercada por policiais civis da Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (DERFD) e da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO). Ainda segundo a Polícia Civil, o alerta do assalto foi dados por moradores e vigilantes do TRT, que observaram a movimentação suspeita de dois carros no entorno do órgão público.

Além da prisão, dois carros e dois maçaricos foram apreendidos.

Pedreiros em Tucuruí reclamando melhores condições de trabalho

Pedreiros em Tucuruí reclamando melhores condições de trabalho

Quem lê esse site sabe que nao fujo de tema polêmico, e esse absurdo que pagam como salário para advogados-empregados não ficou de fora, como pode ser visto e lido  AQUI. E a polêmica continua, como mostra o comentário abaixo, feito por um Técnico de Informática ao saber o valor médio pago a um advogado.

Leia o comentário:

Que isso!, Sou técnico em informática, ganho por volta de R$ 1.800,00,  tenho vale transporte, vale refeição, carros com gasolina da empresa e trabalho 8 horas por dia, e ainda acho pouco. Estudar 5 anos pra ganhar 1000  reais e não ter direito a nada? Isso é que é ser explorado.

Esquentando ainda mais a conversa, eis que a Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 2774/11, do deputado Andre Moura (PSC-SE), que regulamenta a profissão de pedreiro, fixando o piso salarial de R$ 1,5 mil por mês ou R$ 8,52 por hora. O valor, segundo a proposta, deverá ser revisto anualmente de acordo com a variação do Índice Nacional dos Preços ao Consumidor (INPC). Imperioso fazer uma comparação entre a escolaridade e o tempo de dedicação para estudos entre as duas profissões.

O texto exige como qualificação mínima de pedreiro, o ensino fundamental completo e curso básico específico para a profissão. Quem estiver na atividade como pedreiro há mais de dois anos, contados da vigência da lei, será dispensado dessas exigências. O advogado precisa de pelo menos cinco anos e um exame de aptidão. Para quem acha que estou brincando, por favor, LEIA AQUI.

Diante da realidade, duas opções: ou buscamos um representante para trabalhar a favor da classe, em busca de piso salarial decente, de condições adequadas ao trabalho e nossa inafastável importancia, ou vamos fazer o curso de pedreiro no SENAI e mudar para a construção civil.

Brincadeira isso…

Foi muito injusto o processo de fritura do doutor Carlos Lélio Lauria, na Secretaria de Justiça. Há nove anos à frente da pasta, desenvolveu um trabalho silencioso e produtivo, do qual sobressai a ampliação física das unidades prisionais, problema que consubstancia a maior dor de cabeça de um administrador dessa área. É que, tendo este país deliberado, por portas e travessas, que a prisão é a panaceia para todos os seus males, restou impossível adequar o número de vagas às enxurradas de pessoas que diariamente são encaminhadas ao cárcere, com a clara leniência do poder judiciário. Cometeu erro, não importa qual, seja preso, que a sociedade está a exigir uma resposta pronta e eficaz, em nome da sua própria segurança!

Por Félix Valois

Quanto equívoco! Esse endeusamento da prisão é postura que não resiste nem mesmo a uma perfunctória análise histórico-dialética. Quando, em meados do século XVIII, o cárcere foi erigido à categoria de pena autônoma, o fato representou um avanço quantitativo e qualitativo. Explico-me: até então era absoluto o predomínio de uma legislação medieval, em que as penas corporais eram aplicadas corriqueira e intensamente. Não se há de esquecer, também, que a tortura era de uso consagrado e cotidiano, até como forma de produção de prova.. Vai daí que o homicídio de condenados (inclusive na fogueira) era tão comum quanto o respirar, da mesma sorte como os que escapavam ao suplício extremo podiam ter seus corpos dilacerados, por via da amputação de membros, entre outras coisas.

Ora, quer-me parecer que a mais simplória das criaturas há de concordar que, entre morrer e/ou ficar estropiado e ser recolhido à prisão, qualquer ser humano haverá de optar pela segunda hipótese. Diz-se, por isso mesmo, que foi a fase de humanização do direito penal, com origem indiscutível nos ensinamentos dos enciclopedistas revolucionários, por via da obra, de todos conhecida, do Marquês de Beccaria, sucintamente intitulada “Dos Delitos e das Penas”.

Ocorre que as instituições são dinâmicas e isso de que falei aconteceu há quase… trezentos anos. De lá a esta data, a pena de prisão passou pelo inelutável processo a que estão subordinados os organismos vivos e, hoje, induvidosamente entrou em período de esclerose múltipla, sem que se tenha pelo menos dado início à aplicação de algum medicamento que vise ao restabelecimento, ainda que parcial, de sua vitalidade. Consequência: o sistema prisional faliu e esse não é quadro de constatação apenas no regionalismo brasileiro por isso que, ao contrário, está amplamente difundido por todo o planeta, sendo lamentavelmente corriqueiros os casos de superpopulação carcerária, com gente se amontoando em ergástulos de proporções inadequadas, que privam as pessoas das mais elementares condições de higiene e de dignidade. De sobrevivência, mesmo.

No Amazonas não poderia ser diferente e pretender o desconhecimento dessa realidade é postura hipócrita, tão ineficiente quanto o tapar o sol com peneira. Temos, pois, que, levar à execração um homem público, de escorreito passado, porque alguns prisioneiros transgrediram normais comportamentais, é postura que traduz clamorosa injustiça.

Dou a palavra a meu filho, doutor Luís Carlos Valois, juiz das execuções criminais: “Muitas dúvidas, muitas informações erradas e desconexas nesse episódio dos presos tomando cerveja na UPP. Pessoas demonstrando todo o seu ódio contra outras sem saber nem o motivo pelo qual aquelas outras estão presas, só porque são presas… O cidadão perdeu apenas a liberdade e não estamos mais na Idade Média. O imaginário coletivo das prisões medievais, dos calabouços, como únicas prisões possíveis, deve mudar, para o bem da própria sociedade”.

Pessoalmente, tributo minhas homenagens ao doutor Lélio Lauria e até o cumprimento por se ter visto livre desse fardo de quase impossível transporte. Estará melhor no Ministério Público e ali há de continuar servindo a seu povo com a mesma dignidade com que se houve à frente Secretaria.

O presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), desembargador João Simões participou no início da tarde de hoje, 02/04, da inauguração da nova sala da Ordem dos Advogados do Brasil- Seccional Amazonas (OAB- AM), “Dr. Alberto Simonetti Cabral Filho”, localizada no Fórum Henoch Reis. A solenidade contou com as presenças dos desembargadores Ari Jorge Moutinho, Luiz Wilson Barroso eleitos presidente e vice (respectivamente) do TJAM para o próximo biênio; além dos desembargadores Cláudio Roessing e Rafael Romano. O evento contou ainda com a presença do presidente da OAB-AM, Fábio Mendonça, de juízes, advogados e servidores.

Ao fazer uso da palavra, o presidente João Simões agradeceu ao trabalho realizado pelos desembargadores Wilson Barroso e Cláudio Roessing, à juíza Lia Maria Guedes de Freitas, juntamente com a equipe de engenharia do Tribunal, que conseguiram abrir espaço no Fórum , fazendo adequações para a instalação da nova sala. “Hoje nós podemos fazer essa inauguração, possibilitando ao advogado da nossa terra um local que eles possam ter um apoio no trabalho que atuam”, destacou Simões, lembrando que a ampliação da sala é um resgate de uma promessa feita aos advogados. “Hoje estamos felizes em compartilhar este momento, considerando uma missão cumprida”, disse o magistrado.

O presidente da OAB/AM, Fábio Mendonça agradeceu ao desembargador João Simões por ter se aliado à luta dos advogados, prometendo e cumprindo a instalação de uma sala mais ampla para os advogados da Ordem. “Essa reivindicação é antiga da OAB, o espaço era pequeno e não foi simples conseguir essa sala aqui embaixo, mas de algum modo chegamos ao termo final. A sala é para dar suporte ao advogado, fazer uma apetição uma coisa ou outra”, completou Fábio.

Ao homenagear o advogado Alberto Simonetti Cabral Filho, o desembargador João Simões destacou os trabalhos desenvolvidos por Simonetti quando advogado e também presidente, por várias gestões, da OAB.

“ Nós estamos felizes porque podemos homenagear o grande advogado e amigo Alberto Simonetti Cabral Filho. Simonetti, como era conhecido, aglutinou e melhorou as condições dos advogados, foi presidente em varias gestões. E hoje, está sendo homenageado pelo TJAM e pela OAB, com uma justa homenagem”, completou Simões.

Fonte: TJ/Am

Com pesar informo o falecimento neste fim de semana do colega advogado Waldir Tavares.

Segundo informações recebidas hoje pela manhã no Fórum Henoch Reis, o colega foi vitima em um acidente de carro na estrada AM/010, neste sábado, 31/03/2012.  O outro veículo envolvido seria uma viatura da Policia Militar que teria colidido com o carro do advogado. Um fato chama a atenção.

Os portais de noticias dão conta da ocorrência do acidente, dando conta ainda que dois policiais militares sairam feridos, mas não citam a morte do colega e nem que sua esposa ainda agoniza no hospital de Manaus.

Registro meu pesar pelo acidente e pelo prematuro falecimento.

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