Depois de uma semana fora da cidade, o trabalho acumulou em cima da mesa, portanto, segunda e terça-feira foram os dias para atualizar. E não foi fácil. Escritório lotado, alguns clientes esperaram meu retorno, o que me deixou muito alegre. E um caso chamou a atenção, um ex-cliente.
Preso um ano atrás, passou a me relatar que era perseguido pelos policiais militares que o haviam prendido. A insistência dele foi tanta que resovi comunicar ao juiz do feito. Ele, moto-taxista, foi então designado pela Associação para o horário de 00:00 às 06:00. Virou presa fácil.
O Auto de Flagrante relata que ele estava sentado na moto, em frente a um bar quando foi abordado pelos policiais. No bolso, R$51,00 e, segundo os policiais, 1,35g (um virgula trinta e cinco gramas) de substancia supostamente entorpecente. Foi preso.
O flagrante forjado ainda é muito presente no cotidiano do cidadão, mas vem sendo combatido pelas corregedorias de forma impiedosa.
Agora é correr atrás de Justiça. E do prejuízo.
Ei christhian, sou advogado no Piaui e tenho o mesmo pensamento. Tenho grandes problemas com policiais militares implantando droga, arma de fogo e faca. Uma vez defendi um policial que respondeu a processo por haver atirado numa pessoa e me confessou que teve que dizer na delegacia que atirou para se defender. Teve direito até implantar uma faca na vítima (“legítima defesa”), pode…
Dia a dia….. nada mais corriqueiro,rs. 1.35g, sem prova de comercio, no maximo se vislumbra o acusado como usuario. Eu nao discutiria a forja na justica e sim com o Comandante do Policial. Boa sorte!!!