Passei o sábado na correria. Dia típico de plantão judicial.
Saí de casa para acompanhar um pedido de Liberdade Provisória em favor de uma moça, 30 anos, presa acusada de vender churrasquinhos e, paralelamente, vender substancia entorpecente. Segundo a autoridade policial, foram apreendidas 12 trouxinhas, com o peso total de 9,09 (nove virgula zero nove)g.
Após o almoço, nova ligação, agora de familiares de dois senhores que haviam sido presos. Novo pedido feito.
Amanha conto mais detalhes sobre esse segundo caso. O delegado relata no Auto Flagrancial que buscava certo elemento “A”, denunciado por tráfico. Complementa que, ao revistar o quarto do rapaz, foi encontrado material entorpecente e, como o denunciado “A” nao estava no local, a autoridade policial flagranteou o pai e o primo de “A”, sem indicar porém os motivos da prisao do primo; o pai foi preso por ser o dono da casa.
Detalhes amanha. Hoje o cansaço tomou conta.
Quer dizer que o churrasquinho vinha com a “farofa” diferente. Travada?
O pai e, principalmente, o primo estavam no lugar errado na hora errada ou também davam ‘um tapa na pantera’??
[...] por Christhian Naranjo Comentei aqui que este fim de semana foi de trabalho. E comento o segundo caso entre os dois em que atuei no fim [...]
Toinho,
realmente a farofa era “nao era legal”. :p
Gomes,
Estavam no lugar certo (em casa). A policia é que nao mostrou habilidade para resolver a questao. Prova disso é que foram postos em liberdade.
Nada de tapa na pantera…